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Rebentou a bolha das bolsas

Destaques / Marcas / 29 Janeiro, 2016

coach-spring-summer-2016-1-372x506 Coach-Spring-Summer-2016-4-800x926 steven-meisel-for-coach-spring-summer-2016-71A multinacional no mercado do luxo de bolsas e acessórios Coach tem vindo a cortar no preço das suas carismáticas bolsas, como resposta à oferta mundial crescente neste segmento de produtos, responsabilizada pela nuvem negra que paira numa indústria outrora apenas envolta em brilho. Não obstante, esta é a altura ideal para adquirir um exemplar.

A empresa encontra-se na mesma situação das concorrentes Michael Kors e Kate Spade, pelo menos na América do Norte.

As vendas da marca Coach diminuíram 7% para 731 milhões de dólares (aproximadamente 672 milhões de euros) na América do Norte durante o segundo trimestre. A empresa explicou o declínio apontando a redução do número de turistas e «um ambiente altamente promocional», de acordo com o relatório de resultados (“atividade promocional” é o eufemismo utilizado pela indústria para se referir a descontos).

No geral, a Coach registou um lucro de 170 milhões de dólares, o que constituiu uma queda de 7,1% em relação ao ano anterior.

Os resultados da marca ressalvam a posição complicada que algumas das principais empresas de artigos de luxo atravessam, como consequência da crescente redução de preços. E, de acordo com análises referentes a 2015, já existem indicações de que algumas marcas oscilam à beira de perder cachet.

Em maio último, a consultora Millward Brown publicou um relatório que revelava que as 10 melhores marcas de luxo, incluindo Prada, Gucci e Cartier perderam 6% em valor de marca combinado, ou cerca de 7 mil milhões de dólares, entre 2014 e 2015.

A Coach, que já dominou o espaço intermédio das marcas de luxo, enfrenta agora uma concorrência feroz que tem dificultado a sua performance. Como estratégia, a marca começou a investir na diversificação da sua carteira de produtos para se afastar da sua ligação umbilical ao universo das bolsas, adquirindo a Stuart Weitzman, marca reconhecida pelo seu calçado de luxo, no ano passado.

As vendas das botas da Stuart Weitzman impulsionaram as vendas da Coach durante o trimestre, de acordo com a informação da marca. «Numa estação em que as botas não estavam a vender, devido a um clima excecionalmente quente, tiveram o melhor desempenho em todos os canais… nos grandes armazéns de primeira linha nos EUA, Europa e China», referiu o presidente-executivo da Coach – e imigrante açoriano – Victor Luís à Quartz.

 



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29 Janeiro, 2016   
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