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Pontapé de saída em Nova Iorque

Desfiles / 17 Setembro, 2013
Lacoste

Lacoste

Tommy Hilfiger

Tommy Hilfiger

A Semana de Moda de Nova Iorque abriu, a 5 de setembro, a valsa dos desfiles de moda feminina para a primavera-verão 2014. A cidade que nunca dorme celebrou as propostas de 90 criadores no calendário oficial, e outras largas dezenas em paralelo, atraindo assim cerca de 100 mil visitantes, entre os quais 3 mil compradores profissionais e jornalistas, que desembolsaram nada menos do que 600 milhões de euros em oito dias de desfiles. O que fez pairar um clima de otimismo e uma vontade de acreditar na retoma da economia americana, como sublinhou Tommy Hilfiger, no final do seu desfile, rodeado de belas jovens em minissaia e t-shirts aciduladas. Uma euforia partilhada pela estreante marca espanhola Desigual, cujas manequins em mini-saias de cores vivas não pararam de enviar beijos à plateia. Oura estreia na Big Apple foi a da portuguesa Katty Xiomara, que retomou a temática dos azulejos portugueses «com uma forte inspiração Bauhaus», tanto nas formas como nas cores revelou a criadora

A silhueta pós-crise é, sobretudo feminina, desportiva, moderna e… branca. De Takkon a Helmut Lang, muitos foram os que abriram a passerelle imbuídos deste espírito alvo e puro. Novamente a minissaia, não só branca mas também rosa ou azul-clara, foi rainha da passerelle na Lacoste. O diretor criativo, Felipe Oliveira Baptista, revelou ter-se inspirado do «princípio da marca, do aspeto técnico de tênis, as suas linhas muito precisas, muito claras», mas «estava também obcecado com a ideia de leveza, não só nos tecidos, mas também no estado de espírito. Para criar algo muito desejável, muito sensual».

Michael Kors

Michael Kors

Katty Xiomara

Katty Xiomara

O vestido, peça-chave das estações precedentes, perde o monopólio para a saia, tanto em versão curta como longa (Proenza Schouler, Michael Kors, Carolina Herrera).

Os materiais técnicos vão de vento em popa, nomeadamente na Y3 e Alexander Wang, que escreveu a laser surpreendentes hieróglifos sobre as suas manequins: “Wang, Wang, Wang,…”. «Trabalhei a ideia de jogar com a dualidade de algo masculino e contido, e ao mesmo tempo gráfico, sedutora e perverso», explicou Wang, que sublimou as mulheres «poderosas, naturais e verdadeiras».

Em suma, a passerelle nova-iorquina exultou uma mulher múltipla e mutável, que é alternadamente uma linda pajem da Idade Média (Marc Jacobs), beldade do Renascimento, adolescente britânica dos anos 60 (Ralph Lauren) ou voluptuosa Marylin Monroe retratada por Stern em 1962 (Prabal Gurung). «É um hino a todas as mulheres em geral», à sua força interior, afirmou Gurung, que procurou «preservar uma mulher elegante que é cada vez mais rara».








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