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Os escândalos da moda em Paris

Cultura / Destaques / 3 Novembro, 2016

ExposiçãoO Musée des Arts Décoratifs, na capital francesa, recebe a partir do dia 1 de dezembro a exposição “Tenue correcte exigée, quand le vêtement fait scandale”, que mergulhará nos escândalos e transgressões do vestuário desde o século XIV até à atualidade.

A mostra vai viajar no tempo para mostrar como alguns designers e personalidades foram capazes de derrubar códigos sociais estabelecidos com estilos avant-garde.

A exibição do Musée des Arts Décoratifs agregará 400 itens, entre vestuário, acessórios, caricaturas e pequenos objetos ligados às muitas transgressões da moda em relação às convenções impostas pela sociedade.

“Tenue correcte exigée, quand le vêtement fait scandale” será ainda dividida em três seções temáticas: “vestuário e regras”, “menino ou menina?” e “a provocação do excesso”.

Do escandaloso ao icónico

Ainda que alguns dos looks e roupas explorados pela exposição pertençam ao passado, tendo inclusivamente caído no esquecimento, muitos escândalos de moda deram origem a peças basilares dos guarda-roupas masculino e feminino.

É difícil imaginar que os jeans, por exemplo, provocaram uma acesa discussão quando surgiram, tal como aconteceu com o fato e os estilos baggy para mulher.

A secção de abertura da mostra imerge nas muitas regras de conduta do vestuário impostas por diferentes meios em diferentes eras. Já a segunda parte da exposição aprofunda as transgressões de género na moda, esbatendo a fronteira entre menswear e womenswear.

Na década de 1920, por exemplo, Gabrielle Chanel abriu novos caminhos, com propostas femininas inspiradas pelos clássicos da moda masculina. Quatro décadas depois, Yves Saint Laurent apresentou um smoking para mulheres.

A exibição “Tenue correcte exigée, quand le vêtement fait scandale”, que fecha portas a 23 de abril de 2017, vai ainda analisar a provocação e o excesso, explorando roupas demasiado curtas ou muito fluidas, demasiado transparentes ou muito coloridas, muito escuras ou demasiado justas – da minissaia aos skinny jeans.

A exposição termina com uma série de desfiles de 1980 a 2015, incluindo a coleção de alta-costura de John Galliano para a primavera-verão 2000 da Dior, inspirada pelos sem-abrigo, e a coleção de Rick Owens para a primavera-verão de 2015, com túnicas que revelavam as partes íntimas das modelos.

 



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