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No segredo dos deuses

Destaques / Marcas / 24 Setembro, 2015

YOSUZI_Biz_Plan_alias_large paper_london_ss14_notjustalabel_186647099 … Moram marcas fora do radar dos comuns mortais. Com preços convidativos e propostas irresistíveis, que vão desde originais chapéus a arrojados sapatos, há um conjunto de insígnias que vive nas gavetas dos fashion insiders, mas ainda mantêm distância de segurança de tantos amantes de moda.

Para encurtar distâncias, o portal Fashionista sopra-lhe ao ouvido informação guardada a sete chaves, ainda que essa se passeie tantas vezes pelas galerias de street style.

 

Yosuzi

A marca de apenas oito meses é já vendida em nove países. Estará disponível brevemente no portal matchesfashion.com, mas por enquanto as compras podem ser feitas diretamente no seu website. A principal oferta são os chapéus, mas novas gamas de produtos estão já a ser estudadas. Porém, estes não são chapéus normais, mas sim feitos de pele de “Woma” e originais da Venezuela, país de onde o seu fundador, Yosuzi Sylvester, de 30 anos, é natural.

 

Self-Portrait

O designer fundador, Han Chong, chega dos corredores da Central Saint Martins e oferece, na marca Self-Portrait, propostas ricas em rendas e chiffons provenientes da China, que acabam por resultar em coleções acessíveis ainda que com mood Valentino. Atualmente, a marca é vendida em 200 lojas que incluem, por exemplo, os grandes armazéns nova-iorquinos Bergdorf Goodman.

O polo negativo reside no facto de algumas propostas se esgotarem no espaço de horas.

 

Desa

A marca de acessórios aposta na pele como principal material e propõe um importante equilíbrio entre a qualidade e o preço.

Um verdadeiro balcão para os fashionistas que não se querem destacar em demasia. Erguida nos anos 70, a Desa fabricou bolsas para a Marc Jacobs e a Alexander McQueen durante anos.

 

Trademark

A marca foi fundada por duas designers na casa dos 20, Pookie e Louisa Burch, a viverem em Nova Iorque.

A dupla é filha do gigante do retalho J. Christopher Burch, fundador da marca Tori Burch. A estética da Trademark namora a da Céline, ainda que a gama de preços seja muito mais convidativa.

A insígnia começou a vender online mas já conta com um espaço físico na “Big Apple”.

 

Loeffler Randall

A ideia é calçar algo que deixe uma assinatura de estilo… e de conforto. As malas a rimar são um delicioso acréscimo. Ainda que o preço do calçado tenha vindo a disparar por “Terras de Sua Majestade”, a marca funciona como um travão a esta tendência. A Loeffler Randall começou em 2005 e a sua gama de calçado é fabricada no Brasil.

 

Bimba y Lola

Ao contrário das espanholas Zara e Massimo Dutti, a Bimba y Lola ocupa-se de uma clientela de nicho. Isto talvez se deva ao seu menor número de lojas, bem como à aproximação de um mercado sem pressas. Os preços não se excedem na insígnia fundada por duas irmãs, que cobre todo o look, desde os chapéus aos sapatos. Um segredo que não se manterá guardado por muito mais tempo.


565be239a4ff3222244f3f4327628401 bimba-y-lola-autumn-winter-2015_1Tibi

Simples, moderna e luxuosa. São estes os principais adjetivos da marca que aposta em peças onde o twist de cores leva a melhor, numa paleta rica em azuis doces e verdes mentolados.

Entre as fãs constam os nomes de Olivia Palermo, Leandra Medine e Hanneli Mustaparta, indicadores de que a Tibi é a direção a seguir se o destino é o estilo.

 

Paper London

Silhuetas clean e distintas, estampados arrojados e cores de vanguarda fazem da Paper London uma das marcas mais interessantes do guarda-roupa dos fashion insiders. Os preços não são os mais amigos dos orçamentos, mas a marca criada em 2011 promete projetar o futuro ao quotidiano, o que acabará por compensar os gastos extra.

 

House of Hackney

Feita em Inglaterra, inspirada em Inglaterra e com vibração claramente “british”, a House of Hackney mistura tradição e juventude nos seus vestidos.

Dos florais ao leopardo, há uma injeção de qualidade elevada em peças essenciais de qualquer guarda-roupa feminino. A equipa do leme é unida pela paixão do design e pelo casamento.

A única reserva: a marca faz também papéis de parede na sua vertente de decoração, pelo que se pode cair no erro de tentar combinar o vestido com uma parede da sala.

 

Me+Em

De uma conversa possível com a Céline e a Givenchy, nascem as propostas da marca que aposta num estilo chique e simples, vivendo do real.

Os looks andróginos, confortáveis e despreocupadamente modernos são a força motriz da Me+Em.

Clare Hornby, fundadora e diretora criativa da marca, tem um blogue (que vale a pena espreitar) onde acaba por emprestar rosto e corpo a algumas das peças.



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