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Ícones modernos em Paris

Cultura / Destaques / 25 Janeiro, 2017

exposicao1Patente desde o dia 22 de outubro de 2016 na Fundação Louis Vuitton, em Paris, a exposição “Icônes de l’Art Moderne. La collection Chtchoukine” teve o seu período de exibição prolongado, depois de 600 mil pessoas terem visitado a mostra. A homenagem a um dos grandes patronos e colecionadores de arte moderna francesa dos inícios do século XX, Sergueï Chtchoukine, inclui mais de 200 obras de arte.

A partir dos finais do século XIX, Sergueï Chtchoukine, comerciante de tecidos russo, integrou o panorama artístico parisiense. Chtchoukine estreitou relações com negociantes de arte moderna como Paul Durand-Ruel e Berthe Weill e celebrou artistas como Claude Monet e Henri Matisse – Chtchoukine teve uma relação muito próxima com Matisse, que trouxe para Moscovo em 1911 para decorar a sua casa palaciana. O comerciante de tecidos comissionou também duas das obras mais importantes do artista – “The Dance” e “Music” – que são os pilares da mostra de Paris, com curadoria da anterior diretora do Museu Picasso, Anne Baldassari. Estas amizades influenciariam fortemente a sua coleção.

“Icônes de l’Art Moderne. La collection Chtchoukine”, patente na Fundação Louis Vuitton agora até dia 5 de março, em Paris, apresenta cerca de 250 obras de arte recolhidas por Sergueï Chtchoukine antes da Revolução Bolchevique, nunca antes vistas fora da Rússia

A mostra inclui, por exemplo, 29 obras de Pablo Picasso, 22 de Henri Matisse, 12 de Paul Gauguin e trabalhos de Vincent Van Gogh e Paul Cézanne que o comerciante foi recolhendo nas suas viagens a Paris.

Além das obras-primas impressionistas e pós-impressionistas, a exposição inclui também 30 peças dos movimentos construtivistas da avant-garde russa, emprestadas pela galeria Tretiakov, em Moscovo, e pelo Museu Russo, em São Petersburgo.

O próprio Lenine terá assinado um decreto para expropriar as obras recolhidas por Sergueï Chtchoukine, antes de Estaline espalhar a coleção pelos museus de Moscovo e São Petersburgo, condenando algumas das maiores obras-primas do século XX como “burguesas e cosmopolitas”, revela a AFP.

A mostra foi possível graças às negociações entre Bernard Arnault, presidente do conglomerado francês LVMH, e os museus Hermitage, em São Petersburgo, e Pushkin, em Moscovo, que colaboraram na criação deste projeto.



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