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Designers de primeira na segunda linha

Designers / 17 Abril, 2013
Z Spoke

Z Spoke

Há cada vez mais criadores de moda a conquistar, com uma segunda marca, o promissor mercado das linhas ditas “contemporâneas”, que oferecem glamour a preços mais comedidos.

Aproveitando este estado de graça, Zac Posen e as criadoras da Marchesa acabam de anunciar o lançamento para o outono de uma segunda linha. «Quero oferecer as minhas criações a um público mais vasto sem comprometer a conceção, os materiais e a abordagem estilística», explica Posen, celebrizado pelos seus sumptuosos vestidos de noite. Depois de ter lançado no final de 2009 a Z Spoke, uma linha mais acessível para um público jovem, com sucesso incerto, Posen resvalou para «o sector da criação contemporânea» que mantém, segundo ele, apesar dos preços mais convidativos, «a sensibilidade da criação “couture”».

Como Marc Jacobs com a Marc by Marc Jacobs ou Donna Karan com a DKNY, Zac Posen ofereceu à sua marca bis um nome facilmente identificável, ZAC Zac Posen, utilizando a atratividade da linha de gama alta. A faixa de preços continua elevada, mesmo sem atingir os 10 mil euros do requintado vestido preto em organza assinada por Posen que a atriz January Jones envergou nos últimos Emmy Awards, variando entre 400 euros para um simples vestido e 1.300 euros para um vestido de noite.

«É um pouco como conduzir um Toyota e um dia passar para um Lexus», o topo de gama do construtor japonês, resume Hal Rubinstein, fundador da InStyle Magazine.

DKNY

DKNY

Além do custo, o “contemporâneo” também oferece um guarda-roupa quotidiano mais vestível durante o dia para uma mulher moderna. «A nossa primeira linha é um pouco especial com os seus códigos fortes, o que provavelmente não é para todos», considera Giovanni Pungetti, que dirige a mítica anti-marca Martin Margiela e lançou na última semana de moda em Nova Iorque a urbana MM6. «Quando se alarga o alvo, é para chegar a mais pessoas (…) e também para fazer mais negócio», justifica.

Também os pequenos designers exploram cada vez mais este mercado, enfatizando a qualidade e a originalidade para competir com os gigantes do pronto-a-vestir como a espanhola Zara ou a sueca H&M. «Criar um vestido por 400 euros, para nós, significa fazer algo de muito especial», advoga Tory Burch, popularizada pelo seu estilo que casa cortes clássicos com detalhes ousados.

Igualmente na vanguarda desta área designada no passado como intermediária estão Rebecca Minkoff, Nanette Lepore, Tracy Reese ou ainda Jenna Lyons para a J Crew. Quase todas estas marcas têm a Primeira-dama norte-americana, Michelle Obama, como cliente, o seu melhor argumento de marketing.








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